O SUS reconheceu 2.630 pessoas novas com NF1 de 2011 a 2023
O primeiro registro cresce a partir de 2019, sobretudo em adultos, e com mais mulheres que nos estudos com crianças. Parte pode ser diagnóstico antigo que só agora recebeu o código; por isso o teste é repetido só com quem teve o primeiro registro antes dos 20 anos. "Esperados" é uma faixa epidemiológica de referência, extrapolada da frequência publicada da doença, quase sempre medida em outros países. A diferença entre esperados e reconhecidos não corresponde ao número de pessoas sem diagnóstico: pode refletir atendimento só na saúde suplementar, óbitos, codificação, disponibilidade dos registros e diferenças epidemiológicas.