O SUS reconheceu 1.445 pessoas novas com Hemofilia A de 2011 a 2023
A data de reconhecimento mede a entrada da pessoa no registro por paciente, não o diagnóstico: muitos homens com hemofilia conhecida há anos só apareceram nos registros a partir de 2022. O resultado é preliminar: depois de tirar quem apareceu pela mudança de registro de 2022, ficam menos de 100 reconhecidos no teste, e com só os marcos de 2019 e 2020, antes da mudança, a regra não se distingue do acaso. "Esperados" é uma faixa epidemiológica de referência, extrapolada da frequência publicada da doença, quase sempre medida em outros países. A diferença entre esperados e reconhecidos não corresponde ao número de pessoas sem diagnóstico: pode refletir atendimento só na saúde suplementar, óbitos, codificação, disponibilidade dos registros e diferenças epidemiológicas.